BÉATUS & MARK

"ESTE MUNDO QUE CONSTRUÍMOS"

Casamento Gay em Lisboa, num castelo à beira-mar

“Este mundo que construímos” é a história inesquecível do Béatus e do Mark, repleto de amor, estilo e sol.

Algumas histórias ficam connosco muito depois da celebração terminar. O casamento gay do Béatus e do Mark em Lisboa foi um daqueles dias que me fez ter a certeza dos motivos pelos quais faço o que faço. Apaixonei-me por eles e pela sua energia na nossa primeira reunião – dois seres bonitos, com uma ligação que irradia alegria, profundidade e uma enorme harmonia.

São pessoas bondosas, de uma grande autenticidade e verdade, e captar o dia do seu casamento foi um privilégio do início ao fim.

Durante anos, pensaram em ter um casamento de destino – algo íntimo que garantisse uma experiência única aos seus convidados, uma celebração que lhes permitisse absorver a beleza de um país europeu. E que melhor destino que Portugal, em solarengos dias de verão? Lisboa, com a sua leve brisa e dourada luz de julho, provou ser o local perfeito para os convidados se deliciarem com a cidade e com a ocasião.

A sua história começou há dez anos, e depois de um pedido de casamento surpresa em Paris em novembro de 2021, eles sabiam que casar no dia que marcava o aniversário do seu primeiro encontro seria extraordinário. Convidaram apenas um pequeno grupo de convidados, criando uma atmosfera onde cada abraço, lágrima e sorriso era ampliado.

Algumas semanas antes do casamento, fizemos uma chamada em que me mostraram a inspiração de decoração para o casamento e os seus fatos. Lembro-me de terminar essa chamada em êxtase. O seu estilo? Excepcional. As suas ideias? Frescas e profundamente pessoais.

“Incomparável” é realmente a melhor palavra que posso utilizar para descrever este casamento gay em Lisboa. As alianças foram feitas à mão por um artesão a partir do design dos próprios noivos, os fatos feitos com detalhes intrincados na Índia e até optaram por ter um segundo fato super glamoroso. A paleta de cores escolhida foi arrojada e linda, como nada que alguma vez tenha visto: o Béatus vestiu um fato cor pêssego que brilhava de encontro à sua pele morena, enquanto o Mark optou por um fato cor lavanda, que combinava perfeitamente com o seu cabelo loiro e olhos azuis.

Juntos, parecia que tinham acabado de sair de um editorial de moda – elegantes, únicos e completamente eles próprios. O código de etiqueta também foi singular: todos os seus convidados tinham de usar roupa branca, o que criou uma tela visual absolutamente única. A verdade é que amei a ideia. Sou toda a favor que quebrar convenções e implementar novas normas.

Depois de uma manhã tranquilo no Hotel Editory Riverside  onde fizeram um first look, partiram para o espaço da celebração:  o magnífico Forte da Cruz, um castelo único à beira-mar. A cerimónia teve ligar no pátio em frente ao oceano, com uma decoração minimalista, com duas colunas com arranjos florais brancos. O Mark entrou com os seus pais e o Béatus também. As sobrinhas, sobrinhos e irmãs conduziram o cortejo – um momento adorável – e um dos seus melhores amigos, o Matthew, celebrou a cerimónia simbólica com alegria e uma energia contagiante.

Estavam ambos visivelmente nervosos e entusiasmados, o que  tornou o momento ainda mais comovente. Durante os votos, as suas palavras jorravam sinceridade e não havia quem não chorasse. Foi uma das cerimónias mais emotivas que alguma vez testemunhei. “Este mundo que construímos” foi a frase de abertura de um dos votos que leram e ficou comigo até hoje. Tão poético e maravilhoso…

Depois da cerimónia, começaram a ser servidos cocktails no topo da torre e na varanda, onde os convidados puderam admirar a praia e a costa do Estoril e Cascais. Durante a sessão de noivos, sob uma luza maravilhosa, eles foram um sonho. O Béatus sentia-se naturalmente mais confortável em frente à máquina fotográfica, enquanto o Mark – mais reservado por natureza – o seguiu sem questão. A sua ligação tão doce, divertida, fluída.

A tenda onde seria o jantar estava decorada com folhagem suspensa sobre mesas em forma de U, para garantir que os convidados podiam olhar uns para os outros e conversar. Queriam que a ligação e o diálogo fossem o coração da celebração e foi. Uma banda brasileira, com sons quentes e animados, animou a noite do jantar e tocaram inclusive uma das suas músicas preferidas. Houve discursos durante o jantar, cada um mais profundo que o anterior. Pais e sobrinhos partilharam palavras de admiração e amor pelo casal.

Antes da festa, o Béatus e o Mark trocaram de fato, para conjuntos pretos de calça e blusa, brilhantes e prontos para dançar – a pista explodiu com energia. Foi vibrante e inesquecível.

O seu casamento foi um dia que levarei comigo para sempre. O seu amor, gentil e cativante, uma verdadeira prova do poder do amor. Seria sempre muito grata por ter tido a honra de ter fotografado a sua história.

Obrigada por cada momento!

Se estão a planear o vosso casamento gay em Lisboa ou qualquer outra parte do país, adoraria ser a vossa fotógrafa. Entrem em contacto para receber informação e confirmar disponibilidade.

 

casal do mesmo sexo a dançar

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